Mais um ataque à natureza vindo de órgãos do próprio governo federal que ao contrário deveriam defender o meio ambiente.

Ambientalistas e parlamentares se mobilizam para derrubar as decisões tomadas nesta segunda-feira pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente. O Conama anulou três resoluções que protegiam áreas de manguezais, restingas e o entorno de reservatórios de água. O órgão, que é comandado pelo ministro do meio ambiente, ainda aprovou a queima de resíduos perigosos.

Fonte G1



Balaio Vazio

Feminismo no Brasil

Em meio a tecnologia, das redes sociais e aparelhos de comunicação de última geração, mas com a cabeça ainda na colonização, a Brasil não avança, não progride em diversas áreas, principalmente nas questões referentes a cidadania, pois ainda mantêm costumes e crenças desenvolvidos na colonização. Esta construída sob a égide da exploração, a escravidão e o patriarcalismo. Muitos costumes ainda se fazem presentes em meio ao povo brasileiro como o velho Status, que mantém os muitos preconceitos étnicos, de classe ou de gênero. Este último causa uma da piores injustiças que  é o feminicídio, que é resultado do patriarcalismo e do machismo, que além de outros problemas, mostra toda insegurança dos homens perante as mudanças do mundo.
Houve nos últimos anos um aumento substancial das taxas de feminicídio no país,

O site Catraca Livre e o portal UOL trazem números do feminicídio na Brasil:

O Brasil teve um aumento de 7,3% no número de casos de feminicídio em 2019 em comparação com 2018. Foram 1.314 mulheres mortas pelo fato de serem mulheres –média de uma a cada 7 horas, segundo levantamento feito pelo G1 com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.
Os estados com a maior taxa de feminicídios são Acre e Alagoas: 2,5 a cada 100 mil.
Os casos mais comuns desses assassinatos ocorrem por motivos como a separação.
Desde 9 de março de 2015, a legislação prevê penalidades mais graves para homicídios que se encaixam na definição de feminicídio – ou seja, que envolvam “violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher”.

Entenda o que é feminicídio

Por dia, três mulheres são assassinadas, vítimas do feminicídio, no Brasil. A cada dois segundos, uma mulher é agredida no país. Quase 80% dos casos, os agressores são o atual ou o ex-companheiro, que não se conformam com o fim do relacionamento.
O feminicídio é o homicídio praticado contra a mulher em decorrência do fato de ela ser mulher ou em decorrência de violência doméstica. Quando o assassinato de uma mulher é decorrente, por exemplo, de latrocínio (roubo seguido de morte) ou de uma briga entre desconhecidos ou é praticado por outra mulher, não há a configuração de feminicídio.
Para ser considerado feminicídio, o crime tem que se encaixar em dois tipos de casos:
Violência doméstica ou familiar
Quando o crime resulta ou é praticado juntamente à violência doméstica,  o homicida é um familiar da vítima ou já manteve algum tipo de laço afetivo com ela.
Esse tipo de feminicídio é o mais comum no Brasil, ao contrário de outros países da América Latina, em que a violência contra a mulher é praticada por desconhecidos, geralmente com a presença de violência sexual.
Além dos altos índices de homicídio de mulheres, existem ainda muitos casos de estupro e lesão corporal gerada por violência doméstica.
Menosprezo ou discriminação contra a condição da mulher
Quando o crime resulta da discriminação de gênero, manifestada pela misoginia e pela objetificação da mulher, geralmente com a presença de violência sexual.
Meta a colher, sim!
Os casos de violência doméstica denunciados podem frear os números de casos de feminicídio no Brasil. É ou conhece alguém que sofre qualquer tipo de violência?
Você já ouviu a expressão “o machismo mata”? Poucas vezes nos questionamos sobre o que está por trás da morte violenta de uma mulher. A palavra “feminicídio” se refere ao assassinato de mulheres e meninas por questões de gênero, ou seja, em função do menosprezo ou discriminação à condição feminina.

Fernandes
Balaio Vazio.

Saneamento básico no Brasil

Em época de Covid-19, ficou evidente no Brasil a falta de saneamento básico no país, a água tratada e a rede de esgoto, ainda não estão disponíveis a grande parte da população brasileira. A falta de saneamento resulta em várias doenças transmissíveis pelo esgoto a céu aberto e a falta de água tratada, entre outras complicações dificulta até a higiene das pessoas e residências.
O investimento governamental nunca teve como prioridade o saneamento básico, pois aos olhos da maioria dos governos essas obras custariam muitos recursos e em termos de votos não seriam muito chamativas por estarem as tubulações escondidas, ou seja, subterrâneas e sem apelo político, assim seria mais lucrativo politicamente dar prioridade a obras que apareçam aos olhos dos eleitores.

mais informações em:

http://www.tratabrasil.org.br/




Protestos anti raciais nos EUA

O assassinato de George Floyd, reabriu a ferida do racismo nos EUA, 13% da população americana, os negros são maioria dos desempregados no país, são também os que ganham menos, tem menores rendas e salários mais baixos, são os que possuem menor escolaridade e de quebra são a maioria da população carcerária.
Isso tudo vem desde a colonização estadunidense e os processos de escravização dos povos africanos, que como no Brasil, também nenhum direito lhes era dado.

Para informações completas sobre os protestos nos E.U.A.
Acesse:
https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/bbc/2020/06/02/morte-de-george-floyd-4-fatores-que-explicam-por-que-o-caso-gerou-uma-onda.htm



Fernandes
Ciências Sociais.






Morte de menino negro no Recife expõe racismo no Brasil

No Recife o menino Miguel, de 5 anos de idade, filho de Mirtes, empregada doméstica, foi "deixado" sozinho dentro do elevador do prédio, saiu do elevador e acabou caindo do nono andar, enquanto sua mãe passeava com a cachorra da patroa.
A morte de Miguel mostrou o abandono a que estão expostos os mais pobres no Brasil.
Uma nação de formação patrimonialista que passou por um projeto que previa o "embranquecimento" do país em fins do século XIX para o século XX.
A escravidão de milhões de africanos, as sesmarias que eram terras doadas aos parentes e amigos do rei valorizou em primeiro momento os brancos descendentes de europeus proprietários de terras e desvalorizando totalmente os "despossuídos", sendo estes os indígenas, os escravos, os brancos pobres e os mestiços.
Este foi o momento em que todos os direitos eram apenas para os brancos senhores de terras e seus descendentes.
Além desso houve também em certo momento criado pelo rei de português, o "Status" foi usado para que aqueles brasileiros líderes de regiões fossem chamados pela coroa para festas e homenagens em Lisboa, criando nesses "coronéis" o sentimento de superioridade sobre os outros brasileiros, sendo assim qualquer revolta contra a coroa esses coronéis seriam os primeiros a defender os interesses do rei.
Essa questão do status é um agravante para o racismo brasileiro, pois, existe a tradição de que apenas os que têm mais posse, os proprietários de terras, os empresários, etc. são os que têm capacidade intelectual, estes são por volta de 10% da população, o restante não possui esta mesma capacidade, e o pior é que existe uma parte da população mais pobre que difunde esse discurso, reforçando o racismo, o machismo, o fascismo, o patriarcalismo, entre outras concepções que só prejudicam os mais pobres e a sociedade como um todo.


Fernandes
Ciências Sociais.

75% dos assassinatos no Brasil é de pessoas negras

Números sobre a violência continuam a apresentar a diferença entre negros e brancos no Brasil. Segundo a edição do Atlas da Violência de 2019, divulgado nesta quarta-feira (6), 75,5% das vítimas de assassinato em 2017 eram indivíduos negros.
A taxa de homicídios de negros (pretos e pardos) por grupo de 100 mil habitantes foi de 43,1, ao passo que a de não negros (brancos, amarelos e indígenas) foi de 16,0. Ou seja, para cada indivíduo não negro que sofreu homicídio em 2017, aproximadamente, 2,7 negros foram mortos.
Os dados mostram uma piora da situação uma vez que, em 2016, 71,5% dos assassinados no Brasil eram negros.
“É uma realidade que a gente já conhece. É um dado estarrecedor, que mostra como somos uma nação que convive com o racismo e que não consegue tirar da vulnerabilidade metade da sua população, que é negra”, critica Samira Bueno, uma das pesquisadoras do Atlas da Violência e diretora executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
O levantamento foi realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com base nos dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde (SIM/MS) de 2017.


 Mais um ataque à natureza vindo de órgãos do próprio governo federal que ao contrário deveriam defender o meio ambiente. Ambientalistas e p...