O FBI investiga as empresas Johnson & Johnson, Siemens,
General Electric e Philips por suposto pagamento de
subornos como parte de um esquema envolvendo a venda
de equipamentos médicos no Brasil, disseram duas autoridades
envolvidas na investigação brasileira à Reuters.
General Electric e Philips por suposto pagamento de
subornos como parte de um esquema envolvendo a venda
de equipamentos médicos no Brasil, disseram duas autoridades
envolvidas na investigação brasileira à Reuters.
Procuradores do Ministério Público Federal suspeitam
que as empresas tenham realizado pagamentos ilegais a
autoridades públicas para garantir contratos na área de saúde
pública no país ao longo das últimas duas décadas.
que as empresas tenham realizado pagamentos ilegais a
autoridades públicas para garantir contratos na área de saúde
pública no país ao longo das últimas duas décadas.
Autoridades brasileiras dizem que mais de 20 empresas podem
ter participado de um "cartel" que pagava propinas e cobrava
preços inflacionados por equipamentos médicos, como
máquinas de ressonância magnética e próteses.
As quatro multinacionais, que juntas têm valor de mercado de quase
US$ 600 bilhões, são as maiores empresas estrangeiras a serem
investigadas no âmbito das diversas operações anticorrupção no
Brasil deflagradas nos últimos anos
Grandes empresas norte-americanas e europeias que tenham
envolvimento comprovado em irregularidades no Brasil também
podem enfrentar multas pesadas e outras punições, de acordo
com a Lei de Práticas Corruptas no Exterior dos Estados Unidos
(FCPA).
Desde 1977, a lei tornou ilegal cidadãos e empresas norte-americanas
ou empresas estrangeiras que tenham ações listadas nos EUA
pagarem autoridades estrangeiras para fechar negócios.
As empresas estrangeiras são o alvo mais recente das investigações
de corrupção no Brasil. Nos últimos cinco anos, procuradores
revelaram esquemas de corrupção enraizados em instituições
estatais e em companhias do setor privado que desejam fazer
negócios no país.
As investigações abrangentes dos procuradores e da Polícia
Federal -- entre elas a operação Lava Jato, centrada na
Petrobras – derrubaram líderes políticos e empresariais em toda a
América Latina.
Autoridades dizem que acordos de delação feitos com suspeitos
apontaram para outros esquemas possíveis, incluindo supostas
propinas pagas por multinacionais para obter contratos públicos no
Brasil.
'Sempre compartilhando', diz MPF
A procuradora federal Marisa Ferrari confirmou em uma entrevista à
Reuters que autoridades do Departamento de Justiça dos EUA e da
Securities and Exchange Commission (SEC, órgão que regula o
mercado de capitais nos EUA) estão auxiliando a investigação
brasileira sobre equipamentos médicos que ela ajuda a comandar.
Fonte: G1
ter participado de um "cartel" que pagava propinas e cobrava
preços inflacionados por equipamentos médicos, como
máquinas de ressonância magnética e próteses.
As quatro multinacionais, que juntas têm valor de mercado de quase
US$ 600 bilhões, são as maiores empresas estrangeiras a serem
investigadas no âmbito das diversas operações anticorrupção no
Brasil deflagradas nos últimos anos
Grandes empresas norte-americanas e europeias que tenham
envolvimento comprovado em irregularidades no Brasil também
podem enfrentar multas pesadas e outras punições, de acordo
com a Lei de Práticas Corruptas no Exterior dos Estados Unidos
(FCPA).
Desde 1977, a lei tornou ilegal cidadãos e empresas norte-americanas
ou empresas estrangeiras que tenham ações listadas nos EUA
pagarem autoridades estrangeiras para fechar negócios.
As empresas estrangeiras são o alvo mais recente das investigações
de corrupção no Brasil. Nos últimos cinco anos, procuradores
revelaram esquemas de corrupção enraizados em instituições
estatais e em companhias do setor privado que desejam fazer
negócios no país.
As investigações abrangentes dos procuradores e da Polícia
Federal -- entre elas a operação Lava Jato, centrada na
Petrobras – derrubaram líderes políticos e empresariais em toda a
América Latina.
Autoridades dizem que acordos de delação feitos com suspeitos
apontaram para outros esquemas possíveis, incluindo supostas
propinas pagas por multinacionais para obter contratos públicos no
Brasil.
'Sempre compartilhando', diz MPF
A procuradora federal Marisa Ferrari confirmou em uma entrevista à
Reuters que autoridades do Departamento de Justiça dos EUA e da
Securities and Exchange Commission (SEC, órgão que regula o
mercado de capitais nos EUA) estão auxiliando a investigação
brasileira sobre equipamentos médicos que ela ajuda a comandar.
Fonte: G1
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