Editorial

Tudo leva a crer que 2018 será um ano de decisões e escolhas para o Brasil, não apenas no tocante às eleições para vários cargos públicos. Estamos vivendo um momento da mais dura realidade nacional, com vários campos e instituições colocados em uma encruzilhada de avaliações sobre a pertinência de sua existência colocados à prova.
Os vários problemas pelos quais o país tem passado levam a crença de muitos especialistas de que não existe mais espaço nem tempo para erros ou testes nos mais diversas esferas da vida brasileira.
E esse cuidado com os erros não é direcionado apenas aos políticos tupiniquins, mas também ao povo, não podemos mais ter tolerância para ódio, intransigência, truculência ou aventuras.
Vivemos em um dos países mais violentos do mundo, onde as máfias estão residindo o próprio estado, em que muita gente perdeu a noção de quem é a polícia ou o bandido, os níveis de corrupção chegaram a níveis alarmantes, e muita gente tem a certeza de que o país ainda não faliu de vez (tal qual o estado do Rio de Janeiro) por ser uma nação extremamente rica. Terra em que a lei do mais forte nunca esteve ausente, do quem pode mais, chora menos, o povo sempre sai perdendo, o ditado do "aos amigos tudo, aos inimigos, a lei" mais uma vez o povo se lasca, pois é o único nisso tudo que não tem amigos (pelo menos, não influente, como todos os bandidos e salafrários deste país os têm), por isso mesmo é a parte mais fraca que é obrigada a cumprir a lei. É preciso surgir uma nova maneira de fazer política, pois a antiga do coronel, viciada está falida. por isso é hora de lavar as escadas e varrer o lixo pra fora, mas sem ódio, exercitando um sentido de justiça, tentando enxergar todos os erros estejam de que lado estiver.

Pobre Brasil.

FM.

Paulo Maluf - a ganância que se torna corrupção, ou vice versa?

No Brasil não é raro estar presente em qualquer lugar, em um ônibus coletivo, um trem ou metrô e ouvir a frase "se fosse eu também roubaria", isto é um sintoma nacional de que a corrupção e o roubo se tornou cultura, a riqueza levada às últimas consequências, com na frase de Karl Marx "tudo que é sólido se desmancha no ar", ou seja, tudo se transforma em dinheiro, tudo que tem valor é ter cada vez mais, não importa de que maneira, sendo assim, o homem em si não possui mais valor algum.
Mas esse exagero pelo material torna-se meio sem nexo, pois chegou ao acúmulo apenas pelo acúmulo e não se sabe bem porque, isto é, os motivos não se explicam por si só. O acúmulo de propriedades e dinheiro é o mais importante, não interessando se vai se aproveitar isso tudo em vida ou não. O caso de Paulo Salim Maluf, ex-governador do estado de São Paulo, ex- prefeito da capital paulista e atual deputado federal passou a maior parte da vida dedicando-se à vida pública e a corrupção e negociatas, de família rica, Maluf acumulou milhões durante suas gestões públicas, tendo dinheiro espalhado praticamente pelo mundo inteiro, aos 86 anos de idade, não possui mais muito tempo de vida para aproveitar tudo o que pilhou dos cofres públicos, parte desses recursos provavelmente ficará com governos estrangeiros onde está depositado, outra parte será aproveitado por quem o deputado pode nunca ter conhecido ou nunca visto. A pergunta que fica aos corruptos é a seguinte: terá valido a pena roubar tanto? O porque acumular tanto? Eis a questão....
A busca da felicidade está em apenas ter tantos bens?


 Mais um ataque à natureza vindo de órgãos do próprio governo federal que ao contrário deveriam defender o meio ambiente. Ambientalistas e p...