Editorial

Tudo leva a crer que 2018 será um ano de decisões e escolhas para o Brasil, não apenas no tocante às eleições para vários cargos públicos. Estamos vivendo um momento da mais dura realidade nacional, com vários campos e instituições colocados em uma encruzilhada de avaliações sobre a pertinência de sua existência colocados à prova.
Os vários problemas pelos quais o país tem passado levam a crença de muitos especialistas de que não existe mais espaço nem tempo para erros ou testes nos mais diversas esferas da vida brasileira.
E esse cuidado com os erros não é direcionado apenas aos políticos tupiniquins, mas também ao povo, não podemos mais ter tolerância para ódio, intransigência, truculência ou aventuras.
Vivemos em um dos países mais violentos do mundo, onde as máfias estão residindo o próprio estado, em que muita gente perdeu a noção de quem é a polícia ou o bandido, os níveis de corrupção chegaram a níveis alarmantes, e muita gente tem a certeza de que o país ainda não faliu de vez (tal qual o estado do Rio de Janeiro) por ser uma nação extremamente rica. Terra em que a lei do mais forte nunca esteve ausente, do quem pode mais, chora menos, o povo sempre sai perdendo, o ditado do "aos amigos tudo, aos inimigos, a lei" mais uma vez o povo se lasca, pois é o único nisso tudo que não tem amigos (pelo menos, não influente, como todos os bandidos e salafrários deste país os têm), por isso mesmo é a parte mais fraca que é obrigada a cumprir a lei. É preciso surgir uma nova maneira de fazer política, pois a antiga do coronel, viciada está falida. por isso é hora de lavar as escadas e varrer o lixo pra fora, mas sem ódio, exercitando um sentido de justiça, tentando enxergar todos os erros estejam de que lado estiver.

Pobre Brasil.

FM.

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